{"id":108,"date":"2015-10-10T16:54:29","date_gmt":"2015-10-10T19:54:29","guid":{"rendered":"http:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/?p=108"},"modified":"2016-10-05T20:16:40","modified_gmt":"2016-10-05T23:16:40","slug":"as-7-leis-universais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/as-7-leis-universais\/","title":{"rendered":"As 7 Leis Universais"},"content":{"rendered":"<p><strong>As Sete Leis Universais<\/strong><\/p>\n<p>Todo aquele que buscar aprender sobre o Ocultismo certamente ter\u00e1 contato com v\u00e1rias refer\u00eancias a Hermes Trimegisto.<\/p>\n<p>Chamado \u201cTrimegisto\u201d por ter sido tr\u00eas vezes grande: o maior dos reis, o maior dos sacerdotes e o maior dos fil\u00f3sofos.<\/p>\n<p>Sua hist\u00f3ria perde-se na noite dos tempos, havendo quem o veja como o deus Thot dos eg\u00edpcios, o que o vincula ao \u201cLivro de Thot\u201d, que chegou aos dias atuais em sua forma codificada nas l\u00e2minas e imagens do Tarot. Escreveu o \u201cCaibalion\u201d, obra em que aponta as sete leis universais.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/7-leis-universais.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-298\" src=\"http:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/7-leis-universais-300x158.jpg\" alt=\"7-leis-universais\" width=\"300\" height=\"158\" srcset=\"https:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/7-leis-universais-300x158.jpg 300w, https:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/7-leis-universais.jpg 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O conte\u00fado de seus ensinamentos \u00e9 assustadoramente atual, de modo que, seja um mito, seja um s\u00e1bio da antiguidade, Hermes Trimegisto deixou-nos uma obra cuja grandiosidade repousa no car\u00e1ter atemporal dos seus ensinamentos.<\/p>\n<p><strong>1. A Lei do Mentalismo<\/strong><br \/>\nO Todo \u00e9 Mente; o Universo \u00e9 Mental.<\/p>\n<p>A mat\u00e9ria mais e mais vai se firmando na concep\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia como um tempor\u00e1rio feixe de for\u00e7as.<\/p>\n<p>Um corpo s\u00f3lido, mesmo considerando-se subst\u00e2ncias de grande dureza, como o diamante, \u00e9 um imenso agregado de part\u00edculas formadas por part\u00edculas ainda menores e incrivelmente afastadas umas das outras.<\/p>\n<p>Grosso modo, o n\u00facleo de um \u00e1tomo seria como uma bola de futebol no centro do campo, girando os el\u00e9trons quais pequeninos gr\u00e3os de chumbo pelas arquibancadas. Entre eles, o v\u00e1cuo.<\/p>\n<p>Na verdade, para o estudioso do oculto \u00e9 b\u00e1sico que esse v\u00e1cuo acha-se todo preenchido por algo mais que o nada.<\/p>\n<p>Se h\u00e1 uma coisa que n\u00e3o existe no Universo, \u00e9 o nada.<\/p>\n<p>As part\u00edculas f\u00edsicas s\u00e3o extremamente pequenas e distanciam-se enormemente umas das outras, formando um sistema que se ap\u00f3ia num oceano infinito de natureza et\u00e9rica. O meio et\u00e9rico, que a ci\u00eancia rejeita, constitui-se de mat\u00e9ria arranjada de tal forma que as part\u00edculas n\u00e3o s\u00e3o percept\u00edveis pelos instrumentos dispon\u00edveis aos pesquisadores terrenos.<\/p>\n<p>Ainda assim \u00e9 mat\u00e9ria, submetida a padr\u00f5es de atra\u00e7\u00e3o e repuls\u00e3o, dotada, pois, de in\u00e9rcia, conquanto n\u00e3o influenciada pelas for\u00e7as comuns que atuam no plano da mat\u00e9ria f\u00edsica.<\/p>\n<p>Seja como for, as part\u00edculas que comp\u00f5em o \u00e1tomo s\u00e3o as mesmas que se associam para formar estruturas no plano et\u00e9rico.<\/p>\n<p>O que diferencia uma estrutura f\u00edsica sutil de uma estrutura et\u00e9rica \u00e9 o contexto das associa\u00e7\u00f5es inter-particulares consoante arranjos de for\u00e7as diferentes. Como a ci\u00eancia ortodoxa desconhece esses arranjos e associa\u00e7\u00f5es, n\u00e3o podendo captar a mat\u00e9ria et\u00e9rica, nega sua exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Importante destacar que a F\u00edsica Qu\u00e2ntica desmistificou a dicotomia mat\u00e9ria-onda. Feixes de el\u00e9trons comportam-se como raios de luz quando suficientemente acelerados, inclusive difratando.<\/p>\n<p>A part\u00edcula pode ser concebida como uma curvatura extrema do espa\u00e7o, algo assim como uma dobra puntiforme que corre pelo todo et\u00e9rico.<\/p>\n<p>Todo esse escor\u00e7o \u00e9 necess\u00e1rio para se abordar o fato de que a mat\u00e9ria f\u00edsica \u00e9 o extremo inferior da realidade em termos de espectros de vibra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Universo \u00e9 composto de ondas cuja manifesta\u00e7\u00e3o se d\u00e1 tanto mais pr\u00f3ximo da mat\u00e9ria f\u00edsica conforme menor \u00e9 a freq\u00fc\u00eancia das oscila\u00e7\u00f5es que a caracterizam.<\/p>\n<p>Por outro lado, freq\u00fc\u00eancias progressivamente maiores levam o fen\u00f4meno para os estamentos mais elevados da exist\u00eancia.<\/p>\n<p>O pensamento tamb\u00e9m \u00e9 um fen\u00f4meno ondulat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Dota-se, pois, de padr\u00f5es vibracionais, padr\u00f5es esses que o caracterizam como mais ou menos elevado consoante o paradigma adotado.<\/p>\n<p>Sendo o pensamento a veicula\u00e7\u00e3o de energia ondulat\u00f3ria, interfere e sofre a interfer\u00eancia de outros fen\u00f4menos ondulat\u00f3rios.<\/p>\n<p>Tendo em vista que o pensamento esparge ondas que se propagam na veicula\u00e7\u00e3o da energia assim empregada, e considerando que mesmo a mat\u00e9ria f\u00edsica mais densa \u00e9 um feixe de for\u00e7as, temos que entre o pensamento e a mat\u00e9ria s\u00f3lida h\u00e1 uma comunh\u00e3o essencial suficiente a vincular um ao outro.<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a base da Primeira Lei Universal.<\/p>\n<p>A comunh\u00e3o da ess\u00eancia da mat\u00e9ria e o fen\u00f4meno mental implica na ess\u00eancia mental de todo o Universo.<\/p>\n<p>Como corol\u00e1rio, a cria\u00e7\u00e3o, entendida aqui como a produ\u00e7\u00e3o das estruturas dos planos existenciais, opera-se pela mente do Criador em intera\u00e7\u00e3o direta com as part\u00edculas (dobras puntiformes do espa\u00e7o).<\/p>\n<p>Em dimens\u00e3o reduzid\u00edssima, o pr\u00f3prio homem, com seu pensamento, atua diretamente no meio et\u00e9rico que o circunda, gerando formas nos fluidos.<\/p>\n<p>Por n\u00e3o ter ainda o controle suficiente dos pr\u00f3prios pensamentos, o homem gera formas-penssamentos de modo autom\u00e1tico, por resson\u00e2ncia direta, desnudando o seu pensar por uma egr\u00e9gora vibracional que o circunda.<\/p>\n<p>\u00c9 a chamada co-cria\u00e7\u00e3o em plano menor.<\/p>\n<p>Veja-se que um ser de elevada estatura espiritual consegue interferir na pr\u00f3pria mat\u00e9ria f\u00edsica, submetendo-a por sua vontade na conformidade de seu pensamento.<\/p>\n<p>A magia que ao homem parece mera fantasia on\u00edrica \u00e9 mais verdadeira do que uma barra de ferro.<\/p>\n<p>A disciplina do pensamento, submetida a uma concentra\u00e7\u00e3o de vontade bem dirigida, opera fen\u00f4menos maravilhosos por intera\u00e7\u00e3o ondulat\u00f3ria do pensamento na estrutura tamb\u00e9m ondulat\u00f3ria da pr\u00f3pria mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>\u201cO Todo \u00e9 Mente; o Universo \u00e9 Mental.\u201d.<\/p>\n<p><strong>2. A Lei da Correspond\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>O que est\u00e1 em cima \u00e9 semelhante ao que est\u00e1 embaixo, e o Que est\u00e1 embaixo \u00e9 semelhante ao que est\u00e1 em cima.<\/p>\n<p>A unicidade do todo universal determina que o macrocosmo e microcosmo estejam sob a reg\u00eancia das mesmas leis.<\/p>\n<p>No entanto, bem se deve destacar que se trata de semelhan\u00e7a e n\u00e3o de igualdade, j\u00e1 que a gravita\u00e7\u00e3o dos astros n\u00e3o se confunde com as for\u00e7as que sustentam as part\u00edculas nos rec\u00f4nditos at\u00f4micos, n\u00e3o coabitando o mesmo tratamento matem\u00e1tico \u2013 \u00e9 o que a f\u00edsica qu\u00e2ntica esclarece.<\/p>\n<p>Imposs\u00edvel n\u00e3o reconhecer a grande semelhan\u00e7a em ambas as estruturas, de qualquer forma.<\/p>\n<p>Conquanto o esteio matem\u00e1tico seja distinto, as leis naturais que fazem os corpos e part\u00edculas se embalarem em \u00f3rbitas s\u00e3o comuns tanto no estamento astron\u00f4mico quanto no qu\u00e2ntico.<\/p>\n<p>Por outra, os fen\u00f4menos que se desdobram nos planos existenciais de freq\u00fc\u00eancia mais elevada s\u00e3o projetados em harm\u00f4nicos mais graves at\u00e9 mesmo no plano f\u00edsico, na mat\u00e9ria densa.<\/p>\n<p>Invoca-se o que foi dito acerca da Lei do Mentalismo, afinando-se com a Lei da Correspond\u00eancia uma vez que a natureza ondulat\u00f3ria do pensamento criador induz por resson\u00e2ncia o seu padr\u00e3o mais grave nos planos menos elevados, fen\u00f4meno somente poss\u00edvel pela comunh\u00e3o do \u00edntimo ondulat\u00f3rio distinto em freq\u00fc\u00eancia mas semelhante (correspondente) nos demais contornos.<\/p>\n<p><strong>3. A Lei da Vibra\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nNada est\u00e1 parado; tudo se move; tudo vibra.<\/p>\n<p>O Ocultismo tem por pressuposto que o v\u00e1cuo n\u00e3o existe. O que a ci\u00eancia ortodoxa denomina \u201cv\u00e1cuo\u201d, as ci\u00eancias ocultas concebem como astral ou mental. Conquanto divirjam as ci\u00eancias nesse ponto, \u00e9 comum a elas que nada no Universo est\u00e1 parado.<\/p>\n<p>Tudo se move. O movimento \u00e9 a pulsante vida de tudo o que existe. Planetas giram em torno de estrelas formando sistemas que, por si, movem-se tamb\u00e9m em torno de pontos gravitacionais no concerto da gal\u00e1xia, esta tamb\u00e9m movendo-se no todo universal.<\/p>\n<p>No outro extremo dos fen\u00f4menos, part\u00edculas giram em torno de outras part\u00edculas, formando mol\u00e9culas que movem-se em grandes velocidades.<\/p>\n<p>Mesmo os \u00e1tomos de uma barra de ferro agitam-se continuamente ao embalo dos movimentos que comp\u00f5em sua estrutura subat\u00f4mica.<\/p>\n<p>Tudo vibra. O Universo \u00e9 vivo e agita-se em todos os seus elementos estruturais. O pretenso v\u00e1cuo da ci\u00eancia ortodoxa \u00e9 um infind\u00e1vel oceano do viv\u00edssimo universo que se espraia pelo todo, com suas part\u00edculas (dobras puntiformes do espa\u00e7o) e ondas agitando-se continuamente.<\/p>\n<p><strong>4. A Lei da Polaridade<\/strong><br \/>\n&#8220;Tudo \u00e9 Duplo; tudo tem p\u00f3los; tudo tem o seu oposto;o igual e o desigual s\u00e3o a mesma coisa; os opostos s\u00e3o id\u00eanticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se tocam; todas as verdades s\u00e3o meias verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliados.&#8221;<\/p>\n<p>A consci\u00eancia espiritual vive em v\u00e1rios planos existenciais durante sua ascens\u00e3o. Ap\u00f3s muito tempo condicionando instintos no plano animal, adentra ao plano humano, passando pelo estado homin\u00eddeo, quando \u00e9 apenas um pouco mais aprimorado que os demais primatas. De qualquer modo, ao debutar na consci\u00eancia cont\u00ednua o homem percebe o mundo \u00e0 sua volta e exercita o aprendizado atrav\u00e9s da Dualidade.<\/p>\n<p>S\u00f3 mesmo atrav\u00e9s de id\u00e9ias opostas o homem pode compreender o plano existencial em que est\u00e1 inserido.<\/p>\n<p>Tudo em sua mente \u00e9 percebido atrav\u00e9s de uma forte simetria de opostos. Quente e frio, alto e baixo, noite e dia, e assim por diante. Consoante a Filos\u00f3fica Oculta, a Unidade se manifesta atrav\u00e9s do Bin\u00e1rio, entendido esse como a Dualidade.<\/p>\n<p>A estrutura dial\u00e9tica \u00e9 uma express\u00e3o dessa verdade universal \u2013 uma tese \u00e9 contraposta por uma ant\u00edtese, advindo do equil\u00edbrio de ambas a s\u00edntese; ou seja, a s\u00edntese \u00e9 a equival\u00eancia entre os extremos, desnudando-lhes a unicidade. At\u00e9 mesmo nos fen\u00f4menos puramente f\u00edsicas podemos ver a dualidade como s\u00edntese de extremos \u2013 seco \/ molhado -&gt; \u00famido; frio \/ quente -&gt; t\u00e9pido.<\/p>\n<p>Em ambos os casos, na verdade, n\u00e3o existem os extremos como entidades pr\u00f3prias. De fato, n\u00e3o h\u00e1 propriamente o seco ou o molhado, tampouco o frio ou o quente, mas t\u00e3o-somente gradientes da umidade ou do calor.<\/p>\n<p>Portanto, cuida-se de um \u00fanico fen\u00f4meno desdobrado em aspectos opostos na concep\u00e7\u00e3o humana do todo.<\/p>\n<p><strong>5. A Lei dos Ciclos<\/strong><br \/>\n&#8220;Tudo tem fluxo e refluxo; tudo ,em suas mar\u00e9s; tudo sobe e desce; tudo se manifesta por oscila\u00e7\u00f5es compensadas; a medida do movimento \u00e0 direita \u00e9 a medida do movimento \u00e0 esquerda; o ritmo \u00e9 a compensa\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>Os fen\u00f4menos de ocorr\u00eancia sucessiva dobram-se em ciclos fechados. Cada evento pode ser considerado \u00fanico, por\u00e9m sempre dentro de um contexto maior em que comp\u00f5e um todo c\u00edclico, que o abarca.<\/p>\n<p>Consoante j\u00e1 visto com a Lei da Vibra\u00e7\u00e3o, tudo \u00e9 movimento; \u00e9 de se acrescentar que o movimento caracteriza tamb\u00e9m o transcorrer dos fen\u00f4menos, em trajet\u00f3rias fechadas como c\u00edrculos.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o apenas c\u00edrculos fechados; na verdade, s\u00e3o c\u00edrculos que progridem, eles pr\u00f3prios, em sucess\u00f5es, assim como espirais.<\/p>\n<p>Ainda mais: as espirais, a bem da verdade, s\u00e3o formadas, n\u00e3o por c\u00edrculos sucessivos, mas sim por esferas.<\/p>\n<p>O ciclo b\u00e1sico n\u00e3o \u00e9 apenas um seguir de entes intermedi\u00e1rios em um plano s\u00f3, como a ponta de um compasso no plano do papel; a ponta do compasso gira no espa\u00e7o, sucedendo nos v\u00e1rios planos conc\u00eantricos, Da\u00ed a id\u00e9ia mais apropriada de esferas que se sucedem.<\/p>\n<p>Os fen\u00f4menos que transcorrem no tempo, portanto, podem variar bastante, dando a id\u00e9ia de eventos aleat\u00f3rios.<\/p>\n<p>No entanto, nada \u00e9 aleat\u00f3rio no Universo.<\/p>\n<p>Mesmo que os ciclos seguissem uma trajet\u00f3ria de um \u00fanico c\u00edrculo fechado, seria dif\u00edcil perceber-lhes o todo, quanto mais tratando-se de ciclos que variam segundo as v\u00e1rias dimens\u00f5es do espa\u00e7o.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ao observador perceber em que momento do fen\u00f4meno est\u00e1.<\/p>\n<p>Ilustremos com um exemplo bastante prim\u00e1rio. As mar\u00e9s constituem um fen\u00f4meno sucessivo cujo ciclo o homem gaba-se de conhecer.<\/p>\n<p>N\u00e3o obstante, o comportamento das mar\u00e9s vem mudando ao sabor de altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>N\u00e3o se trata de um elemento externo que est\u00e1 desvirtuando o ciclo das mar\u00e9s, como o homem tende a admitir.<\/p>\n<p>N\u00e3o. Ocorre que o ciclo das mar\u00e9s comunga da sucess\u00e3o de uma universalidade de outros ciclos concomitantes e conc\u00eantricos, todos interdependentes e, ao mesmo tempo, pass\u00edveis de observa\u00e7\u00e3o individualizada (desde que se saiba o que, quando e onde observar).<\/p>\n<p>Relevante dizer que, no exemplo simplista com que se busca ilustrar, a modifica\u00e7\u00e3o do clima tem um de seus elementos causais nos ciclos da evolu\u00e7\u00e3o humana, ciclos esses que trazem um per\u00edodo de predomin\u00e2ncia de raz\u00f5es econ\u00f4micas para a produ\u00e7\u00e3o industrial sem preocupa\u00e7\u00f5es ambientais.<\/p>\n<p><strong>6. A Lei da Causa e Efeito<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Toda a Causa tem seu Efeito, todo Efeito tem sua Causa; tudo acontece de acordo com a Lei; o Acaso \u00e9 simplesmente um nome dado a uma Lei n\u00e3o reconhecida; h\u00e1 muitos planos de causalidade, por\u00e9m nada escapa \u00e0 Lei.&#8221;<\/p>\n<p>A Lei da Causa e Efeito \u00e9 o corol\u00e1rio da Lei dos Ciclos. Os ciclos sucedem-se na Natureza, regendo os fen\u00f4menos f\u00edsicos e espirituais (\u201cF\u00edsico\u201d e \u201cEspiritual\u201d, consoante a Lei da Polaridade, s\u00e3o aspectos de uma realidade \u00fanica, diferenciada por grada\u00e7\u00e3o do espectro de freq\u00fc\u00eancia).<\/p>\n<p>Assim como o ciclo evolutivo amolda um per\u00edodo de predomin\u00e2ncia de raz\u00f5es econ\u00f4micas para a produ\u00e7\u00e3o industrial sem preocupa\u00e7\u00f5es ambientais, os ciclos clim\u00e1ticos, dentre outros, progridem na mesma batuta, acompanhando, momento a momento, o ciclo evolutivo e tudo o mais.<\/p>\n<p>Equivale a dizer que as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas t\u00eam rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito com o excesso de poluentes lan\u00e7ados na atmosfera.<\/p>\n<p>Observando o fen\u00f4meno do desenvolvimento da consci\u00eancia humana, os atos e atitudes do ser geram conseq\u00fc\u00eancias para si e para outrem.<\/p>\n<p>T\u00e3o-logo o ciclo do desenvolvimento consciencial atinja o est\u00e1gio da compreens\u00e3o do car\u00e1ter l\u00edcito ou il\u00edcito de um ato, inicia-se o ciclo da responsabilidade do homem por tudo o que fa\u00e7a ou deixe de fazer.<\/p>\n<p>\u00c9 a partir desse ponto que nasce o conceito de carma, referido aqui como conseq\u00fc\u00eancia do ato realizado por livre escolha.<\/p>\n<p><strong>7. A Lei do G\u00eanero<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;O Genero est\u00e1 em tudo; tudo tem o seu princ\u00edpio masculino e o seu princ\u00edpio feminino; o g\u00eanero se manifesta em todos os planos.&#8221;<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos ciclos e das polaridades que informam os fen\u00f4menos universais, a Lei do G\u00eanero rege a natureza mais \u00edntima da m\u00f4nada que o Criador p\u00f5e a se desenvolver desde o cristal at\u00e9 a angelitude. Os Princ\u00edpios Masculino e Feminino est\u00e3o presentes em todos os planos existenciais e podem ser concebidos como um ciclo imenso em que a m\u00f4nada se desdobra, se aperfei\u00e7oa, evolui, propiciando sucessivos ciclos menores durante cada uma das fases, masculina e feminina.<\/p>\n<p>Caracter\u00edsticas masculinas ou femininas s\u00e3o percept\u00edveis mesmo nos corpos s\u00f3lidos, conforme predominem a for\u00e7a (princ\u00edpio masculino) ou a beleza (princ\u00edpio feminino).<br \/>\nComo em tudo o mais, a masculinidade e a feminilidade s\u00e3o ciclos que se sucedem em v\u00e1rios n\u00edveis progressivos, de modo que tudo se vai tocando das caracter\u00edsticas de um e outro.<\/p>\n<p>Um cristal de diamante \u00e9 de beleza conhecida, ao mesmo tempo em que exibe imensa dureza.<\/p>\n<p>A alma humana tende \u00e0 assimila\u00e7\u00e3o da Beleza tanto quanto da For\u00e7a, indo para mais adiante com ambos os princ\u00edpios.<\/p>\n<p>Difere da simples polaridade porque o masculino e o feminino n\u00e3o s\u00e3o aspectos, em cada momento, de uma mesma natureza; s\u00f3 assim ser\u00e1 depois da assimila\u00e7\u00e3o plena de ambos os princ\u00edpios.<\/p>\n<p>Masculino e Feminino n\u00e3o t\u00eam rela\u00e7\u00e3o de tese e ant\u00edtese, n\u00e3o se extraindo s\u00edntese de sua unicidade.<\/p>\n<p>Masculino e Feminino s\u00e3o contextos amplos em que vibra mais particularmente um g\u00eanero do que outro, somente unit\u00e1rios nos planos mais elevados da consci\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As Sete Leis Universais Todo aquele que buscar aprender sobre o Ocultismo certamente ter\u00e1 contato com v\u00e1rias refer\u00eancias a Hermes Trimegisto. Chamado \u201cTrimegisto\u201d por ter sido tr\u00eas vezes grande: o maior dos reis, o maior dos sacerdotes e o maior dos fil\u00f3sofos. Sua hist\u00f3ria perde-se na noite dos tempos, havendo quem o veja como o &hellip; <\/p>\n<p class=\"link-more\"><a href=\"https:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/as-7-leis-universais\/\" class=\"more-link\">Continue lendo<span class=\"screen-reader-text\"> &#8220;As 7 Leis Universais&#8221;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[36,35,37],"class_list":["post-108","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-alexandre-goya","tag-7-leis-do-universo","tag-as-7-leis-universais","tag-sete-leis-universais"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=108"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":300,"href":"https:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108\/revisions\/300"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=108"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=108"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alexandregoya.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=108"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}